Economia

Petróleo opera em queda com ajuste de posições e alívio geopolítico

O mercado internacional do petróleo opera em queda na sessão, com investidores promovendo ajustes de posições após episódios recentes de forte volatilidade.

2 min

22/09/2026 08:10 • Atualizado há 2 dias

Petróleo opera em queda com ajuste de posições e alívio geopolítico

O mercado internacional do petróleo opera em queda na sessão, com investidores promovendo ajustes de posições após episódios recentes de forte volatilidade. Os preços das principais commodities energéticas registram recuo pontual à medida que o mercado reavalia os riscos de abastecimento global e monitora os desdobramentos macroeconômicos.

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A cotação do barril de petróleo Brent, referência para o mercado internacional, é negociada na faixa de US$ 99 a US$ 101. O movimento representa um recuo pontual após a commodity testar patamares mais elevados nas sessões anteriores.

Já o petróleo WTI (West Texas Intermediate), referência nos Estados Unidos, registra queda de aproximadamente 1,2% na sessão, cotado entre US$ 90 e US$ 91 por barril.

Alívio geopolítico e fatores de pressão na cotação

O principal vetor para o alívio temporário nos preços é o cenário geopolítico no Oriente Médio. Declarações e sinais de negociações sobre a disposição do Irã em manter ou reabrir a navegação no Estreito de Ormuz reduziram os receios imediatos de desabastecimento global, pressionando os preços para baixo.

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Além da questão geopolítica, a firmeza do dólar e os alertas emitidos por bancos centrais internacionais — como o Banco Central Europeu (BCE), o Federal Reserve (Fed) e o Reserve Bank of Australia (RBA) — sobre a manutenção de juros elevados pesam nas projeções.

O cenário de aperto monetário prolongado para conter a inflação reduz as perspectivas de crescimento econômico global, impactando diretamente as estimativas de demanda por combustível.

Ademais, incertezas quanto ao ritmo de recuperação industrial e do consumo nos principais importadores asiáticos, com destaque para a China, mantêm limites para altas mais expressivas do petróleo no curto prazo.

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