Alvo da PF, Mario Frias ficou conhecido por atuar em 'Malhação'; relembre
A Polícia Federal cumpriu nesta quinta-feira (10) a Operação Make Up, que investiga desvio de recursos públicos oriundos de emendas parlamentares repassadas
A Polícia Federal cumpriu nesta quinta-feira (10) a Operação Make Up, que investiga desvio de recursos públicos oriundos de emendas parlamentares repassadas para o filme "Dark Horse", cinebiografia do ex-presidente da República, Jair Bolsonaro. Um dos alvos é o deputado federal e ex-ator Mário Frias (PL).
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Além dele, a reportagem da Band apurou que Karina Gama, dona do Instituto Conhecer Brasil e produtora do filme, é alvo da operação. Ao todo, são cumpridos 49 mandados de busca e apreensão, expedidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF), em São Paulo, Rio de Janeiro, Ceará e no Distrito Federal.
Mas antes de entrar para a política nacional como Secretário da Cultura no governo Bolsonaro, Mario Frias ficou conhecido na televisão por meio do trabalho de ator.
Fama em 'Malhação' e 'Mutantes'
Mario Frias começou a carreira ainda nos anos 90, ganhando notoriedade a partir de "Malhação 1998", como Escova. Em seguida, ele atuou na novela "Meu Bem Querer" e até na atração "Você Decide".
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Frias ficou conhecido principalmente pelos trabalhos em diversas temporadas de "Malhação", estando em quatro temporadas diferentes da novela adolescente. O principal papel dele foi como Rodrigo Chaves, nas temporadas de 1999 e 2000.
Além do trabalho em "Malhação", Frias também esteve em novelas como "Senhora do Destino", "O Beijo do Vampiro" e na segunda temporada de "Floribella", exibida na Band. Em 2008 ele ganhou notoriedade ao atuar como o mutante Lino Rodrigues na novela "Os Mutantes".
A última novela em que Mario Frias esteve antes de entrar na vida pública foi "Verão 90", em uma participação em alguns episódios da trama, como Guilherme Coutinho.
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Investigação da PF contra Mario Frias
As investigações, conforme a PF, apontam a existência de uma organização criminosa, formada por agentes públicos e privados, suspeita de direcionar os valores recebidos para empresas subcontratadas de forma irregular, sem comprovação da efetiva prestação dos serviços contratados. As tentativas de dissimular os desvios teriam se estendido até julho deste ano.
Levantamentos financeiros identificaram movimentação da ordem de centenas de milhões de reais entre as empresas que integram o esquema investigado.
Estão sendo investigados os crimes de peculato, falsidade documental, lavagem de dinheiro, organização criminosa e crimes licitatórios.
