Briatore acusa juiz de ligação com McLaren após caso do GP de Mônaco
Caso ganhou novo capítulo após acusações durante a coletiva dos chefes de equipe em Monza

O julgamento que mudou novamente o pódio do GP de Mônaco provocou uma discussão durante a coletiva dos chefes de equipe em Monza, nesta sexta-feira (04).
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Com a decisão, o resultado nas ruas do principado tem Hadjar em terceiro, Oscar Piastri em quarto, George Russell em quinto, Lewis Hamilton em sexto e Gasly em sétimo.
Flavio Briatore questionou a independência de Filippo Marchino, um dos integrantes do Tribunal Internacional de Apelações da FIA, e apontou uma suposta ligação dele com a McLaren.
“A decisão é muito injusta. Nós a aceitamos, mas o estranho é que um dos quatro juízes agiu como um promotor”, afirmou.
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Segundo Briatore, Marchino participou de um evento da divisão McLaren Special Operations, em Beverly Hills, em 2018. O chefe da Alpine também citou doações de carros da fabricante à One Drop Foundation, organização com a qual, segundo ele, Marchino teria ligação.
“Esse juiz tem uma ligação muito próxima com a McLaren. Durante a audiência, ele foi muito agressivo e agiu como um promotor. Um juiz precisa ser completamente independente”, declarou Briatore.
O dirigente explicou que a Alpine não contestou a participação de Marchino antes da audiência porque só teria identificado as supostas ligações depois do julgamento.
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Stella chama acusações de “ofensivas”
Andrea Stella respondeu diretamente a Briatore e defendeu a reputação da McLaren. O chefe da equipe britânica também alertou que declarações dessa gravidade exigem responsabilidade de quem as apresenta publicamente.
“Considero que esta coletiva está tomando uma direção bastante ofensiva para a McLaren e para a reputação de uma equipe que merece muito respeito”, rebateu Stella.
“Se alguém faz esse tipo de acusação, que parece bastante séria, terá que assumir a responsabilidade pelo que está dizendo em um fórum público.”
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Stella afirmou ainda que a audiência foi conduzida dentro dos padrões esperados do Tribunal Internacional de Apelações.
“O julgamento e todo o processo foram conduzidos nos mais altos padrões. Não deveríamos questionar essa etapa da maneira como ela foi questionada aqui”, completou.
