Europa investe em sistema antimísseis para reduzir dependência militar
As principais potências militares da Europa decidiram se movimentar diante do cenário de tensão no continente. Dez países, incluindo Reino Unido, França e

As principais potências militares da Europa decidiram se movimentar diante do cenário de tensão no continente. Dez países, incluindo Reino Unido, França e Alemanha, uniram a experiência acumulada pela Ucrânia para desenvolver um novo sistema europeu de defesa contra mísseis balísticos.
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A iniciativa tem como objetivo principal diminuir a dependência dos Estados Unidos, criando um sistema de produção em grande escala e com tecnologia integrada de vários países.
O impacto do conflito e os desafios na Ucrânia
Enquanto o projeto de defesa conjunta avança, o cotidiano na Ucrânia segue sob forte impacto de ataques contínuos. Pelo menos 12 pessoas morreram em Kiev e nos arredores da capital ucraniana em decorrência de bombardeios recentes, marcando o sexto dia consecutivo de investidas. A estratégia militar russa tem focado em cidades, ferrovias e infraestrutura energética, em um momento em que os ucranianos enfrentam escassez de sistemas de defesa antiaérea.
Diante da situação crítica, a rotina escolar na capital ucraniana sofreu adaptações severas. O ano letivo começou com alunos assistindo a aulas em bunkers subterrâneos construídos nos subsolos dos prédios escolares para escapar dos bombardeios.
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A investigação sobre ataque em aeroporto alemão
Em meio à escalada de tensão, o governo da Alemanha apontou a responsabilidade da Rússia em uma tentativa de ataque com um drone carregado de explosivos ocorrida no mês passado no aeroporto de Leipzig, no leste do país. Após semanas de investigação, coleta de provas e cruzamento de dados de inteligência, Berlim classificou o episódio como parte de uma campanha de ataques híbridos contra a Europa e prometeu retaliação.
O alvo da tentativa de ataque era um avião cargueiro ucraniano que estava na pista, mas o drone falhou e não explodiu. O governo russo nega qualquer participação no incidente e mantém os bombardeios contra alvos na Ucrânia.
