Carlin Moura apresenta propostas para Minas em sabatina da Band Minas
Durante sabatina com candidatos ao Senado por Minas Gerais, transmitida pela BandNews FM BH e pela TV Band Minas, o ex-deputado estadual e ex-prefeito de

Durante sabatina com candidatos ao Senado por Minas Gerais, transmitida pela BandNews FM BH e pela TV Band Minas, o ex-deputado estadual e ex-prefeito de Contagem Carlin Moura (Avante) apresentou propostas e fez um balanço da trajetória política.
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Moura declarou ao TSE patrimônio de R$ 50 mil e afirmou que mora com os irmãos e utiliza um carro cedido pela irmã. Segundo o candidato, a situação patrimonial está relacionada à opção de investir recursos próprios em uma campanha de reeleição anterior, quando ainda não havia fundo eleitoral, e à dedicação à militância e ao serviço público.
Na carreira política, destacou a atuação na Assembleia Legislativa, especialmente na área da educação, e obras realizadas durante a gestão em Contagem, entre 2013 e 2016. Segundo Moura, mesmo durante um período de retração econômica, a administração manteve salários e 13º em dia e realizou mais de R$ 1 bilhão em investimentos.
O candidato também defendeu a adoção do semipresidencialismo no Brasil, por meio de emenda constitucional e após debate com a sociedade. Na avaliação apresentada por ele, o presidente ficaria responsável pela defesa nacional e relações internacionais, enquanto o Parlamento conduziria a gestão cotidiana do governo.
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Questionado sobre a inclusão de seu nome em uma lista de delação relacionada à Odebrecht, Moura afirmou que nunca foi intimado, investigado ou processado sobre o assunto. Também citou a aprovação das contas de sua gestão pelo TCE e pela Câmara Municipal de Contagem.
Na área de infraestrutura, declarou apoio à expansão da Linha 2 do Metrô e à construção do Rodoanel Metropolitano. Para ele, é necessário retirar o tráfego pesado das BRs-381 e 040 do perímetro urbano de Contagem. Moura também defendeu a revisão da dívida de Minas com a União e afirmou concordar com a venda de ativos estaduais, desde que os recursos sejam destinados exclusivamente à educação, segurança e habitação.
Na mineração, criticou o percentual de compensação financeira pago atualmente e defendeu um retorno maior para Minas Gerais, além do ressarcimento de perdas acumuladas pelos municípios relacionadas à Lei Kandir.
