Categoria da rede particular faz manifestação nesta segunda-feira(21)
Antes da primeira audiência do dissídio coletivo de greve, que está marcada para às 14h30

Um novo ato dos professores da rede particular de Belo Horizonte está marcado para esta segunda-feira (21), em frente ao Tribunal Regional do Trabalho (TRT), na Avenida Getúlio Vargas, no bairro Funcionários, às 14h, antes da primeira audiência do dissídio coletivo de greve, que está marcada para às 14h30.
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Segundo o Sindicato dos Professores de Minas Gerais (Sinpro Minas),a audiência irá ocorrer após o Sindicato das Escolas Particulares de Minas Gerais (Sinepe-MG) ingressar com uma ação questionando a legalidade da greve. Os professores estão em paralisação desde quarta-feira (16), quando foi aprovada em assembleia. A reunião deve tratar do impasse entre as entidades e das condições para a continuidade das negociações entre professores e instituições de ensino.
A greve foi mantida pela classe durante uma assembleia realizada na última sexta-feira (18), que reuniu mais de 700 docentes de dezenas de instituições de Belo Horizonte e região.
A categoria rejeita a proposta patronal de dividir a atual Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) em dois documentos, sendo um para professores da Educação Básica e outro para o Ensino Superior. Os docentes defendem a manutenção da convenção atual, além de reajuste salarial de 3,77%, correspondente ao INPC, e afirmam que a mudança pode afetar direitos como bolsas de estudos, isonomia salarial, férias coletivas e adicional extraclasse.
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Do outro lado, o Sinepe-MG afirma que a proposta da CCT não prevê a retirada de direitos e defende uma solução para o impasse. Em carta aberta divulgada na sexta-feira, 19 escolas particulares de Belo Horizonte e região reconheceram a mobilização dos professores e pediram agilidade nas negociações, afirmando que a paralisação afeta docentes, famílias e instituições. Segundo o sindicato patronal, a maior parte das escolas particulares continua funcionando, embora algumas unidades tenham registrado paralisações.
