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Jornal da Band

Advogado é preso suspeito de matar ex-mulher em frente ao filho no Paraná

Um advogado de 25 anos foi preso suspeito de assassinar a facadas a ex-companheira, a médica Grace Paola de Souza, de 37 anos. O crime de feminicídio ocorreu

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07/09/2026 20:28 • Atualizado há 16 dias

Advogado é preso suspeito de matar ex-mulher em frente ao filho no Paraná

Um advogado de 25 anos foi preso suspeito de assassinar a facadas a ex-companheira, a médica Grace Paola de Souza, de 37 anos. O crime de feminicídio ocorreu dentro do apartamento onde a vítima morava, no município de Maringá, no norte do Paraná.

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De acordo com as apurações, o homem, identificado como João Vitor Romeiro, foi até o imóvel sob a justificativa de visitar o filho do casal, um bebê de apenas oito meses. O ataque ocorreu durante a visita.

Vizinhos desconfiaram da situação após ouvirem o choro prolongado da criança e acionaram a Polícia Militar. Ao entrarem no apartamento, os policiais encontraram o bebê sozinho, caído próximo ao corpo da mãe, que já estava sem vida e com diversas perfurações causadas por faca.

Prisão e exoneração

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Após o crime, o suspeito fugiu e foi localizado pelas equipes policiais na residência de familiares. Com ferimentos e cortes pelo corpo, ele foi levado sob custódia a um hospital da região, onde confessou a autoria do assassinato.

João Vitor atuava como servidor comissionado na Prefeitura de Marialva, município vizinho, cargo do qual foi imediatamente exonerado após a prisão.

Segundo a Polícia Civil, o casal havia terminado a união recentemente após um relacionamento conturbado, e o investigado insistia em reatar o relacionamento. O caso foi registrado e segue em apuração como feminicídio consumado.

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O Grupo Bandeirantes lançou a campanha "A Band Não Se Cala" para reforçar a conscientização e o incentivo às denúncias de agressões, estupros e feminicídios em todo o Brasil. A mobilização pretende engajar a sociedade no acolhimento às vítimas e no enfrentamento da impunidade.

A cada 30 segundos, uma mulher aciona a Polícia Militar para pedir socorro no país. Além disso, as estatísticas indicam o registro de um estupro a cada 6 minutos e um feminicídio a cada 6 horas no Brasil. O quadro expõe uma rotina marcada pelo medo, pela solidão e pelo silêncio das vítimas.

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