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Operação da DHPP mira grupo de Kainan Wesley por homicídios no Abranches

Seis dos oito mandados de prisão foram cumpridos; investigação aponta organização ligada ao Comando Vermelho

2 min

04/09/2026 09:41 • Atualizado há 20 dias

Operação da DHPP mira grupo de Kainan Wesley por homicídios no Abranches

A Polícia Civil do Paraná (PCPR) deflagrou, nas primeiras horas desta sexta-feira (4), uma operação para avançar nas investigações sobre seis homicídios registrados no bairro Abranches, em Curitiba. Ao todo, são cumpridos 17 mandados judiciais, sendo oito de prisão temporária e nove de busca e apreensão.

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Entre os investigados que não foram localizados está Kainan Wesley Batista Meira, conhecido como “Monstro”, apontado em investigações anteriores da PCPR como uma das lideranças ligadas ao Comando Vermelho no Paraná.

O outro foragido é Fernando Gabriel Ferreira da Silva, o “GB”. A Polícia Civil segue em diligências para localizar os dois.

Segundo a PCPR, a apuração dos homicídios exigiu uma investigação de inteligência e diligências de polícia judiciária. O trabalho levou à identificação dos suspeitos e, conforme a polícia, de uma organização criminosa estruturada e atuante na região.

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Homem foi morto após deixar filha em CMEI

Um dos crimes investigados aconteceu em 12 de março deste ano, no próprio bairro Abranches.

Marcos Araújo Dias, de 39 anos, foi morto a tiros pela manhã em frente ao Centro Municipal de Educação Infantil (CMEI) Nossa Senhora de Fátima.

Ele havia acabado de deixar a filha na unidade quando foi atingido pelos disparos. Desde o crime, a Polícia Civil passou a investigar os responsáveis pelo homicídio.

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Wesley Meira já era procurado pela polícia

Kainan Wesley Batista Meira já aparecia em outras investigações conduzidas pela Polícia Civil do Paraná.

Em investigação anterior divulgada pela Band Paraná, ele foi apontado como suspeito de envolvimento em cerca de 30 homicídios.

Em maio deste ano, o nome de Wesley voltou a aparecer durante uma operação contra uma organização criminosa que, segundo a PCPR, tentava instalar uma célula do Comando Vermelho no Paraná.

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Na ocasião, a polícia afirmou que Wesley teria posição de destaque dentro da estrutura investigada e participação na área mais violenta do grupo.

Um áudio interceptado durante aquela investigação também fazia referência ao suspeito. Segundo a Polícia Civil, uma pessoa afirmava na gravação que “Monstro” seria responsável pelo “rigor” do Comando Vermelho no Paraná.

Dois suspeitos seguem foragidos

Até o momento, os dois alvos de mandados de prisão que não foram localizados são Kainan Wesley Batista Meira, o “Monstro”, e Fernando Gabriel Ferreira da Silva, o “GB”.

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A população pode fornecer informações sobre o paradeiro dos investigados de forma anônima pelos telefones 197, da Polícia Civil do Paraná, e 0800-643-1121, do Departamento Estadual de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).

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