Atlas: Lula tem 43% contra 37,4% de Flávio Bolsonaro no 1º turno
Pesquisa AtlasIntel encomendada pela Bloomberg aponta que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidera com 43% das intenções de voto no primeiro turno

Pesquisa AtlasIntel encomendada pela Bloomberg aponta que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidera com 43% das intenções de voto no primeiro turno para a Presidência da República. O principal adversário, senador Flávio Bolsonaro (PL), aparece com 37,4%. Os dados indicam estabilidade do petista na série histórica, enquanto o parlamentar oscilou positivamente no cenário eleitoral.
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Na comparação com a coleta anterior, de agosto de 2026, Lula manteve os 43% de preferência do eleitorado nacional. Por outro lado, Flávio Bolsonaro cresceu 3,4 pontos, passando de 34% para o atual patamar. A margem de erro do levantamento é de um ponto percentual para mais ou para menos, indicando uma redução numérica da distância entre os dois candidatos.
Pelotão intermediário e indecisos
A terceira colocação registra um empate técnico entre Augusto Cury e Renan Santos, dado que a diferença entre ambos está dentro da margem de erro do instituto. O escritor Augusto Cury (Avante) tem 6,6%, apresentando variação negativa ante os 8% do mês anterior. O representante do movimento Missão, Renan Santos, marca 6,5%, também com recuo em relação aos 7% de agosto.
Os demais nomes testados no cenário de primeiro turno pela AtlasIntel não superaram a casa dos três pontos. O governador Romeu Zema (Novo) tem 2,1%, seguido pelo governador Ronaldo Caiado (PSD) com 1,1%. Na sequência, aparecem Samara (UP) e Pablo Marçal (PRTB), ambos registrando 1% das menções do eleitorado cada.
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A candidata Clariana Barão (DC) soma 0,3% das intenções de voto. Os nomes de Rui Costa Pimenta (PCO) e do Veterinário Wilson Grassi (Democrata) não pontuaram no levantamento. O índice de eleitores que declaram voto branco ou nulo é de 0,6%, enquanto os que não sabem em quem votar somam 0,4%.
Recortes demográficos e regionais
A análise dos cruzamentos demográficos da AtlasIntel demonstra que Lula atinge 53,3% no Nordeste, sua região de melhor desempenho. O petista também concentra vantagem no eleitorado feminino, onde marca 48%. Já Flávio Bolsonaro lidera no Centro-Oeste com 65,1% e apresenta seu melhor resultado por gênero entre os homens, com 42% da preferência.
No recorte religioso, o cenário evidencia uma forte divisão. Lula tem 47,3% entre os católicos, enquanto Flávio Bolsonaro registra 49,9% entre evangélicos. Considerando a faixa de renda familiar, o atual presidente se destaca entre os que ganham até R$ 2.000, e o senador do PL lidera numericamente no estrato acima de R$ 10.000.
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A pesquisa AtlasIntel/Bloomberg, registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-01452/2026, ouviu 5.000 eleitores no Brasil por meio de recrutamento digital aleatório (Atlas RDR) entre os dias 04 e 09 de setembro de 2026. A margem de erro é de um ponto percentual para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.
Maioria dos eleitores desaprova governo Lula
A desaprovação de Lula atingiu 53,8% dos eleitores brasileiros, enquanto a aprovação registrou 43,7%. Em comparação com o cenário anterior, o petista oscilou negativamente: a desaprovação cresceu quase três pontos, saindo de 51%, e a avaliação positiva caiu de 45% para o patamar atual. A parcela de entrevistados que não souberam responder variou de 2% para 2,5% na pesquisa mais recente.
Quando questionados sobre a avaliação geral da gestão, 50,8% dos entrevistados classificam o governo como ruim ou péssimo. Por outro lado, o grupo que considera a administração ótima ou boa soma 38,3%. Os eleitores que avaliam o governo federal como regular representam 10,8% da amostra analisada.
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Lula tem 52,5% de rejeição contra 49,6% de Flávio Bolsonaro
O presidente Lula (PT) lidera a taxa de rejeição para as eleições presidenciais de 2026, com 52,5%. Na sequência, o senador Flávio Bolsonaro (PL) aparece com 49,6% do eleitorado afirmando que não votaria nele de jeito nenhum.
Os números evidenciam a forte divisão eleitoral no país, concentrando as maiores resistências nos candidatos do PT e do PL. A diferença entre o senador Flávio Bolsonaro e o terceiro colocado na lista de rejeição, ilustrando o peso da polarização, é de 11,9 pontos percentuais.
O nome do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) registra 37,7% de rejeição no mesmo cenário. Ele é acompanhado no bloco intermediário por Renan Santos (Missão), com 35,7%, e por Pablo Marçal (PRTB), que tem 35,1%. Devido à margem de erro, Santos e Marçal estão em empate técnico.
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Panorama das pesquisas para a Presidência em setembro
Os levantamentos divulgados no início de setembro mostram um cenário de liderança mantido por Luiz Inácio Lula da Silva na corrida presidencial, seguido por Flávio Bolsonaro, acompanhado do crescimento expressivo de Augusto Cury na terceira colocação.
Em pesquisa divulgada no dia 2 de setembro, a Quaest mostrou Lula com 37% e Flávio com 30%, destacando também a ascensão de Augusto Cury no terceiro posto com 10%. Na sequência, levantamento do Datafolha indicou Lula com 38% e Flávio com 33% em intenções de voto para o primeiro turno, apontando Cury com 8%. Já no levantamento mais recente, a Quaest registrou Lula com 36% contra 29% de Flávio e 8% de Cury.
Na pesquisa divulgada no dia 8 de setembro, a BTG/Nexus apontou Lula com 39% e Flávio com 31% das intenções de voto no primeiro turno. Augusto Cury registrou 9%
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Como funciona uma pesquisa eleitoral
As sondagens de intenção de voto seguem critérios estatísticos para representar a composição do eleitorado nacional por renda, escolaridade, idade e região. Entender a metodologia, as amostras e o financiamento dos levantamentos é essencial para acompanhar o cenário político, sendo possível verificar como funcionam as pesquisas eleitorais e quem paga por elas.
Como identificar pesquisas falsas
Com a proximidade do pleito, a circulação de levantamentos não registrados ou adulterados tende a aumentar nas redes sociais. Para evitar desinformação, é fundamental consultar o registro oficial no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e saber como identificar pesquisas eleitorais falsas antes de compartilhar dados sobre a disputa.
