AtlasIntel: Flávio tem 53,7% das intenções de voto no PR; Lula registra 34%
Petista cresceu seis pontos percentuais no eleitorado paranaense na comparação com a pesquisa anterior

O candidato Flávio Bolsonaro (PL) lidera as intenções de voto para a Presidência da República entre os eleitores do Paraná, chegado a 53,7%, segundo pesquisa do instituto AtlasIntel divulgada nesta quinta-feira (17). O atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece na segunda posição, somando 34% da preferência no estado.
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Moro lidera disputa no PR com 49,1%; Requião Filho tem 28,2%PR: Flávio ganha entre menos escolarizados; Lula lidera no ensino superior
Na série histórica do instituto, o petista cresceu 6,2 pontos percentuais em relação ao levantamento anterior, quando marcava 27,8%. No mesmo período, o candidato do PL oscilou negativamente, passando de 55,8% para o atual patamar.
O cenário de primeiro turno traz ainda Augusto Cury (Avante) com 4,1% da preferência do eleitorado paranaense. Na sequência, aparecem o ex-governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD), com 2,2%, e o ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), com 1,8%.
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O candidato Renan Santos (Missão) soma 1,7% das menções. Os demais nomes testados pela pesquisa, somados, chegam a 0,5% das respostas. Os eleitores que declaram voto em branco ou nulo representam 0,4% de todo o eleitorado aferido. Aqueles que afirmam não saber em quem votar totalizam 1,8%.
Cruzamentos demográficos
A vantagem de Flávio Bolsonaro é impulsionada pelo eleitorado evangélico, segmento no qual o senador atinge 72,8%. Entre os católicos, o parlamentar também lidera, mas com uma margem menor, registrando 52,6%.
Já o presidente Lula tem seu melhor desempenho entre os eleitores que se declaram agnósticos ou ateus, alcançando 57,4%. O petista também concentra 94,6% dos votos daqueles que o escolheram no segundo turno do pleito de 2022.
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A pesquisa AtlasIntel ouviu 1.794 eleitores no Paraná entre os dias 11 e 16 de setembro de 2026. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob os números PR-02671/2026 e BR-09264/2026.
Panorama das pesquisas para a Presidência em setembro
Os levantamentos divulgados no início de setembro mostram um cenário de liderança mantido por Luiz Inácio Lula da Silva na corrida presidencial, seguido por Flávio Bolsonaro, acompanhado do crescimento de Augusto Cury na terceira colocação.
Em pesquisa divulgada no dia 2 de setembro, a Quaest mostrou Lula com 37% e Flávio com 30%, destacando também a ascensão de Augusto Cury no terceiro posto com 10%. Na sequência, levantamento do Datafolha indicou Lula com 38% e Flávio com 33% em intenções de voto para o primeiro turno, apontando Cury com 8%. Já no levantamento mais recente, a Quaest registrou Lula com 36% contra 29% de Flávio e 8% de Cury.
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Na pesquisa divulgada no dia 8 de setembro, a BTG/Nexus apontou Lula com 39% e Flávio com 31% das intenções de voto no primeiro turno. Augusto Cury registrou 9%.
Na Altas/Intel do dia 10 de setembro, Lula registrou 43% contra 37,4% de Flávio Bolsonaro no 1º turno. Já a terceira colocação foi um empate técnico entre Augusto Cury, com 6,6%, e Renan Santos, com 6,5%.
No dia 14, a pesquisa BTG/Nexus registrou para o 1º turno Lula com 42%, Flávio Bolsonaro com 37% e Augusto Cury com 6%.
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Como funciona uma pesquisa eleitoral
As sondagens de intenção de voto seguem critérios estatísticos para representar a composição do eleitorado nacional por renda, escolaridade, idade e região. Entender a metodologia, as amostras e o financiamento dos levantamentos é essencial para acompanhar o cenário político, sendo possível verificar como funcionam as pesquisas eleitorais e quem paga por elas.
Como identificar pesquisas falsas
Com a proximidade do pleito, a circulação de levantamentos não registrados ou adulterados tende a aumentar nas redes sociais. Para evitar desinformação, é fundamental consultar o registro oficial no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e saber como identificar pesquisas eleitorais falsas antes de compartilhar dados sobre a disputa.
