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Debate no Paraná tem acusações e 25 pedidos de direito de resposta

Foi um debate quente do início ao fim. O encontro promovido pela Band Paraná entre os candidatos ao Senado terminou com 25 pedidos de direito de resposta, dos

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10/09/2026 01:09 • Atualizado há 14 dias

Debate no Paraná tem acusações e 25 pedidos de direito de resposta

Foi um debate quente do início ao fim. O encontro promovido pela Band Paraná entre os candidatos ao Senado terminou com 25 pedidos de direito de resposta, dos quais oito foram deferidos, em uma noite marcada por confrontos diretos, divergências ideológicas e discussões sobre problemas do Paraná e do país.

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Participaram Alexandre Curi, Cristina Graeml, Deltan Dallagnol, Filipe Barros, Gleisi Hoffmann e Dr. Rosinha.

Na eleição deste ano, os paranaenses escolherão dois senadores, o que ajudou a aumentar o peso dos confrontos entre candidatos que disputam não apenas campos políticos diferentes, mas também parcelas semelhantes do eleitorado.

Direita e esquerda frente a frente

Um dos embates mais fortes aconteceu entre Deltan Dallagnol e Gleisi Hoffmann.

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Deltan questionou a candidata do PT sobre posições relacionadas à segurança pública e às chamadas saidinhas de presos. Gleisi respondeu atacando a trajetória do ex-procurador, citando a cassação do antigo mandato dele e fazendo críticas à Lava Jato.

Na réplica, Deltan afirmou que a Justiça Eleitoral havia confirmado sua elegibilidade e voltou a cobrar Gleisi sobre votações relacionadas à segurança.

A petista rebateu citando iniciativas do governo federal, como a PEC da Segurança Pública e ações de combate ao crime organizado.

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O confronto acabou sintetizando uma característica presente em boa parte do debate: Brasília entrou diversas vezes no centro das discussões, mesmo quando a pergunta começava por temas estaduais.

Banco Master provoca confronto entre Cristina e Filipe Barros

Outro momento de tensão envolveu Cristina Graeml e Filipe Barros.

Cristina questionou Barros sobre um projeto apresentado em 2024 relacionado ao limite de cobertura do Fundo Garantidor de Créditos e relacionou a discussão ao Banco Master.

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Filipe rebateu defendendo a proposta e afirmou que o objetivo era proteger clientes das instituições financeiras. A discussão rapidamente migrou para a política partidária.

Barros acusou Cristina de ter se aproximado do PSD e de dividir votos da direita. Cristina respondeu dizendo que foi convidada pelo governador Ratinho Junior para integrar o partido e rejeitou a acusação de ter abandonado suas posições políticas.

O confronto mostrou que a disputa pelo eleitorado conservador também será um dos pontos de tensão da corrida pelas duas vagas ao Senado.

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Feminicídio coloca Gleisi e Cristina frente a frente

As duas mulheres no debate também protagonizaram um confronto sobre violência contra a mulher e feminicídio.

Gleisi perguntou a Cristina quais seriam as propostas dela para enfrentar o problema.

Cristina destacou ações do governo do Paraná e defendeu medidas como castração química para estupradores e pedófilos, redução da maioridade penal e endurecimento do combate às facções criminosas.

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Gleisi contestou a avaliação da adversária sobre os índices de feminicídio e afirmou que o governo federal mantém ações conjuntas com o Estado.

O embate ainda envolveu referências a Jair Bolsonaro e Ratinho Junior, ampliando novamente a disputa para o campo político nacional e estadual.

STF e Judiciário aparecem várias vezes

O Supremo Tribunal Federal esteve entre os temas mais recorrentes da noite.

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Alexandre Curi questionou Dr. Rosinha sobre o que poderia ser feito diante do que classificou como excessos da Corte.

Rosinha defendeu mandato de oito anos para ministros do STF, mais transparência no Judiciário e afirmou que processos de impeachment devem ser analisados quando houver comprovação de crime.

Curi apresentou propostas para mudar a forma de escolha dos ministros, ampliar a fiscalização e reduzir o peso das indicações políticas.

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O tema também apareceu nas falas de Filipe Barros, Cristina Graeml e Deltan Dallagnol, que defenderam uma atuação mais dura do Senado diante de ministros do Supremo.

Rodovias e pedágios entram no debate

Nem tudo ficou concentrado em Brasília.

Filipe Barros questionou Alexandre Curi sobre os acidentes nas estradas e quais medidas poderiam melhorar a infraestrutura paranaense.

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Curi defendeu mais investimentos federais, citou ferrovias, duplicações, o contorno ferroviário de Curitiba e obras estratégicas para diferentes regiões do Estado.

Barros respondeu lembrando problemas envolvendo antigas concessões de pedágio e afirmou que, como senador, pretende fiscalizar os novos contratos para cobrar a execução das obras previstas.

Debate termina marcado por confrontos

Entre propostas estaduais e disputas nacionais, o debate mostrou desde os primeiros blocos que a corrida pelas duas vagas ao Senado terá forte componente ideológico.

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Segurança pública, STF, corrupção, Banco Master, feminicídio, rodovias, pedágios, governos Lula e Ratinho Junior e a influência de Jair Bolsonaro apareceram ao longo da noite.

Os 25 pedidos de direito de resposta, com oito deferidos, ajudam a dimensionar o nível dos confrontos entre os seis candidatos.

A transmissão foi multiplataforma, com cobertura da Band Paraná, em parceria com TV Tarobá, Band Maringá e BandNews FM Curitiba, além do www.bandparana.com.br, YouTube da Band Paraná e BandPlay.

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