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Gleisi e Cristina divergem sobre feminicídio em debate da Band no Paraná

Candidatas trocaram críticas sobre políticas para mulheres, números da violência e atuação dos governos

3 min

10/09/2026 00:20 • Atualizado há 14 dias

Gleisi e Cristina divergem sobre feminicídio em debate da Band no Paraná

O enfrentamento à violência contra a mulher colocou Gleisi Hoffmann, do PT, e Cristina Graeml, do PSD, frente a frente durante o debate da Band entre os candidatos ao Senado pelo Paraná nesta quarta-feira (9).

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Gleisi abriu o confronto perguntando quais propostas Cristina apresentaria para combater a violência doméstica e o feminicídio.

Nós somos duas mulheres aqui nessa bateria de debates. E a gente sabe a importância que têm políticas públicas para as mulheres”, afirmou Gleisi.

A candidata também citou o aumento dos casos de violência contra mulheres e questionou Cristina sobre medidas específicas para enfrentar o problema.

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Cristina cita ações do governo Ratinho Junior

Na resposta, Cristina afirmou que o Paraná tem adotado medidas para reduzir crimes graves e destacou investimentos do governo estadual em segurança pública e políticas destinadas às mulheres.

Segundo a candidata, treinamento e equipamentos para policiais, além de programas de apoio às vítimas, fazem parte das ações desenvolvidas no Estado.

Cristina citou ainda a criação da Secretaria da Mulher e afirmou que políticas estaduais têm ajudado mulheres a romper o ciclo da violência.

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Ela também defendeu propostas como castração química para estupradores e pedófilos, redução da maioridade penal e equiparação de facções criminosas a organizações terroristas.

Eu sou a única mulher de direita raiz na disputa para o Senado, que defendo a vida desde a concepção, a família, obviamente as mulheres”, afirmou.

Gleisi contesta números apresentados por Cristina

Na réplica, Gleisi discordou da avaliação feita pela adversária sobre a situação do feminicídio no Paraná.

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A candidata do PT afirmou que o governo federal mantém parcerias com o Estado no combate à violência contra a mulher e citou ações nacionais voltadas à prisão de agressores.

O governo federal, sim, tem parcerias com o governo estadual, inclusive no combate à violência contra a mulher”, afirmou.

Gleisi também contestou a afirmação de Cristina sobre a redução dos feminicídios no Paraná.

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Durante a resposta, a candidata passou a atacar politicamente Jair Bolsonaro e relembrou declarações feitas pelo ex-presidente sobre mulheres.

Eu não me considero uma fraquejada. Eu não sei se vocês se consideram. São mulheres, são fortes”, declarou.

Cristina volta a defender Bolsonaro e Ratinho Junior

Na tréplica, Cristina voltou a defender Jair Bolsonaro e afirmou que o ex-presidente tentou levá-la para o PL antes da atual candidatura.

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Segundo ela, Bolsonaro teria sugerido que buscasse outra legenda para disputar o Senado.

A candidata também rebateu novamente Gleisi sobre os dados da segurança pública no Paraná.

O Paraná reduziu o feminicídio. O Paraná vem reduzindo crimes ano após ano nesses oito anos de governo Ratinho”, afirmou Cristina.

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As duas candidatas apresentaram interpretações diferentes sobre os indicadores durante o debate.

Cristina também aproveitou a resposta para reforçar a ligação política com Ratinho Junior e contestar uma crítica feita anteriormente por Filipe Barros sobre sua filiação ao PSD.

Não fui convidada por Kassab, não conheço Kassab e eu sou candidata do governador Ratinho Junior ao Senado”, declarou.

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Ao final, voltou a defender as propostas apresentadas durante a resposta.

A mulher de direita é que vai, sim, lutar por castração química para estupradores e pedófilos, redução da maioridade penal e equiparação do Comando Vermelho e PCC a terrorismo”, concluiu.

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