Paraná Pesquisas: Empatados, Tebet e Derrite lideram busca ao Senado em SP
O cenário eleitoral para o Senado em São Paulo apresenta empate técnico nas primeiras posições, segundo dados divulgados pelo instituto Paraná Pesquisas nesta

O cenário eleitoral para o Senado em São Paulo apresenta empate técnico nas primeiras posições, segundo dados divulgados pelo instituto Paraná Pesquisas nesta terça-feira (22). No cenário que permite múltiplas escolhas, Simone Tebet (PSB) aparece com 29,6% das intenções de voto, seguida de perto por Guilherme Derrite (PP), com 29,3%.
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Considerando a margem de erro do levantamento, ambos estão empatados tecnicamente com Marina Silva (Rede), que registra 28,3%, e André do Prado (PL), com 25% na rodada de campo mais recente.
Na observação da evolução histórica, o principal destaque estatístico fica por conta de André do Prado. O candidato cresceu 8,2 pontos percentuais desde o mês de agosto, quando marcava 16,8%, mostrando uma trajetória ascendente que superou a margem de erro.
Em contrapartida, as ex-candidatas à Presidência registraram apenas variações dentro da margem tolerável pelo instituto. Tebet variou negativamente, passando de 31,1% em agosto para o patamar atual, enquanto Marina Silva oscilou de 30,1% para os 28,3% medidos na amostragem.
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Desempenho do pelotão intermediário
A pesquisa estimulada demonstra um claro distanciamento do bloco líder para os demais concorrentes paulistas. O ex-ministro Ricardo Salles (Novo) marca 10,6% da preferência do eleitorado, ocupando o quinto lugar isolado, seguido pelo empresário Geraldo Rufino (Pode), que alcança 5,4% no cenário geral.
A partir desse ponto, nenhum dos demais candidatos listados consegue romper a barreira dos quatro pontos percentuais. Soninha Francine (Cidadania) contabiliza 3,5% das menções, enquanto Dra. Eliana Ferreira (PSTU) detém 2%. Em posições muito próximas aparecem Maíra de Souza (UP), com 1,8%, e Guto Schiavetto (Missão), que anota 1,2%.
No fim da tabela estadual, Marcio Alves (UP) e William Teixeira (Agir) registram 1,1% e 0,8%, respectivamente. Completam a relação os candidatos Ednelson Cesaretti (PCO) com 0,7%, Weller Gonçalves (PSTU) com 0,6% e Petter Maahs (PCB), que tem 0,4%.
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O levantamento ainda aponta que 10,4% optam por branco ou nulo na corrida pela cadeira legislativa federal. Os eleitores que não sabem ou não quiseram opinar representam 6,6% da base entrevistada em São Paulo.
Situação na corrida para o Executivo
Embora o enfoque se volte para as vagas do Congresso Nacional, a sondagem mediu a corrida pelo governo local. No principal cenário estimulado, o atual governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) lidera com 50,7% da intenção de voto do eleitorado, mantendo estabilidade frente a pesquisas anteriores.
O segundo colocado, o ministro Fernando Haddad (PT), registra 33,3% da preferência. Os nomes alternativos figuram distantes: Vera Lúcia (PSTU) aparece com 1,8%, Carlos Machado (PCB) tem 1% e Izadora Dias (PCO) anota 0,9%. O volume de votos nulos e brancos para este cargo é de 7,2%.
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Metodologia
A pesquisa do instituto Paraná Pesquisas ouviu presencialmente 1.600 eleitores em 70 municípios do estado de São Paulo no período de 19 a 21 de setembro de 2026. A margem de erro estimada é de 2,5 pontos percentuais para mais ou para menos, sob um nível de confiança de 95%. O levantamento está oficializado no Tribunal Superior Eleitoral com o registro SP-03057/2026.
Como funciona uma pesquisa eleitoral
As sondagens de intenção de voto seguem critérios estatísticos para representar a composição do eleitorado nacional por renda, escolaridade, idade e região. Entender a metodologia, as amostras e o financiamento dos levantamentos é essencial para acompanhar o cenário político, sendo possível verificar como funcionam as pesquisas eleitorais e quem paga por elas.
Como identificar pesquisas falsas
Com a proximidade do pleito, a circulação de levantamentos não registrados ou adulterados tende a aumentar nas redes sociais. Para evitar desinformação, é fundamental consultar o registro oficial no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e saber como identificar pesquisas eleitorais falsas antes de compartilhar dados sobre a disputa.
