Paraná Pesquisas: Rui Costa e Jaques Wagner lideram corrida ao Senado na BA
A corrida para o Senado na Bahia segue com Rui Costa (PT) na liderança, marcando 46,3% das intenções de voto, segundo o instituto Paraná Pesquisas divulgada

A corrida para o Senado na Bahia segue com Rui Costa (PT) na liderança, marcando 46,3% das intenções de voto, segundo o instituto Paraná Pesquisas divulgada nesta quinta-feira (24). Na segunda posição, Jaques Wagner (PT) aparece com 34% no cenário em que o eleitor escolhe até dois nomes. O ex-ministro João Roma (PL) soma 27,3%, acompanhado de perto pelo senador Angelo Coronel (Republicanos), com 25,1%.
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Na comparação com o mês de agosto, os líderes oscilaram positivamente dentro do limite de erro. Rui Costa cresceu 2,8 pontos, passando de 43,5% para os atuais 46,3%. Já Jaques Wagner variou 1,8 ponto para cima, saindo de 32,2% na sondagem anterior para os 34% registrados na rodada de setembro.
Os nomes que compõem o pelotão intermediário permaneceram com os mesmos patamares. João Roma oscilou de 26,6% para 27,3%, enquanto Angelo Coronel manteve exatos 25,1% em ambas as rodadas da pesquisa estadual.
Demais candidatos
O cenário estimulado múltiplo conta ainda com um bloco de candidatos que pontuam abaixo dos 5%. A candidata Professora Delliana (PSOL) atinge 3,8%, seguida por Marcelo Carvalho (Rede), que aparece numericamente atrás com 2,2%. Na sequência da lista, Carlos Sodré (PMN) registra 1,1% das intenções de voto.
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Na última parte da tabela, Marcelo Santtana (DC) tem 0,9%, Gregorio Gould (UP) contabiliza 0,6% e Marcelo Millet (PCO) fecha o cenário com 0,4%. Os eleitores que declaram voto em nenhum, branco ou nulo representam 11,9% da amostra. Aqueles que não sabem ou não opinaram sobre a disputa totalizam 7,1%.
Preferência de primeira vaga
Quando o instituto avalia a primeira e a segunda opção de voto de maneira desmembrada, Rui Costa lidera a primeira vaga com 30,6%. Ele é seguido por João Roma, que assume a segunda posição neste recorte específico com 18,4%, enquanto Jaques Wagner é a primeira opção de 16,2% dos eleitores.
Como segunda opção para o Senado, Jaques Wagner soma 17,8% da preferência estadual, seguido por Rui Costa com 15,7% e Angelo Coronel com 13,7%. O levantamento destaca ainda que 39,3% dos entrevistados declararam não ter uma segunda opção de voto consolidada para o cargo legislativo.
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Disputa pelo governo do estado
O ex-prefeito de Salvador ACM Neto (União) e o atual governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT) aparecem com empate técnico na disputa pelo governo estadual em novo levantamento do instituto Paraná Pesquisas divulgado neste quinta-feira (23).
Os dados apontam ACM Neto com vantagem numérica, com 46,7% das intenções de voto, seguido por Jerônimo, que soma 42% no principal cenário estimulado. Na comparação com o mês anterior, o candidato do União Brasil oscilou negativamente, enquanto o petista apresentou variação positiva.
Em agosto, ACM Neto registrava 48,5% da preferência do eleitorado baiano. O recuo atual de 1,8 ponto percentual o mantém numericamente à frente da disputa. Por outro lado, Jerônimo Rodrigues cresceu de 40,1% para os atuais 42,0%, estreitando a diferença histórica entre os principais concorrentes ao Palácio de Ondina.
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A pesquisa do instituto Paraná Pesquisas ouviu 1.400 eleitores presencialmente entre os dias 21 e 23 de setembro de 2026. O nível de confiança da amostra é de 95%, com margem de erro estimada em 2,7 pontos percentuais para mais ou para menos. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BA-00759/2026.
Como funciona uma pesquisa eleitoral
As sondagens de intenção de voto seguem critérios estatísticos para representar a composição do eleitorado nacional por renda, escolaridade, idade e região. Entender a metodologia, as amostras e o financiamento dos levantamentos é essencial para acompanhar o cenário político, sendo possível verificar como funcionam as pesquisas eleitorais e quem paga por elas.
Como identificar pesquisas falsas
Com a proximidade do pleito, a circulação de levantamentos não registrados ou adulterados tende a aumentar nas redes sociais. Para evitar desinformação, é fundamental consultar o registro oficial no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e saber como identificar pesquisas eleitorais falsas antes de compartilhar dados sobre a disputa.
