Fachin adia conciliação entre Moraes e Mendonça para depois das eleições
Presidente do STF encerrou mais uma rodada de negociação com ministros da Corte

O ministro e presidente do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, encerrou mais uma rodada de negociação com ministros do STF e foi aconselhado a deixar para depois das eleições qualquer tentativa de conciliação pública entre os ministros André Mendonça e Alexandre de Moraes.
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Além disso, Fachin também foi instruído a despachar providências relativas aos casos Master e fraudes no INSS, que estão sob a relatoria dele, apenas depois do período eleitoral.
O presidente do STF concordou com a primeira e não deu resposta sobre a segunda.
A expectativa da Corte é que o pedido de vista de Flávio Dino seja devolvido apenas em meados de dezembro, mas a análise ficará para o ano que vem, na volta do recesso judiciário, em fevereiro. Até lá, a intenção no tribunal é ganhar tempo, esperar a mudança de foco da pauta em Brasília por causa da reta final da eleição e na sequência, da posse.
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Ao mesmo tempo, ministros disseram à Fachin que "do jeito que está, a crise não vai se resolver sozinha, e 5 meses é muito tempo para deixar o STF sangrando".
O presidente do tribunal vai seguir em conversas individuais, em busca de uma solução "o mais pactuada possível".
